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Por que todos desejam investir em São Paulo?

Perto de onde tudo acontece

Vantagens para investir no soft Inn são paulo business hotel

  1. Opcão de investimento,
    o Soft Inn é uma marca
    focada na hotelaria
    econômica e de negócios.

    Localização estratégica,
    junto ao maior centro
    de compras do Brasil.

  2. São Paulo recebe
    turistas e executivos
    todos os dias.

    Planejado para
    ter uma gestão
    com baixo custo
    operacional.

  3. Sem cobrança
    de taxa de royalties.

    Parceria entre a operação
    STX e bandeira Soft Inn.
    No Rio e agora em São Paulo.

São Paulo é turismo de negócios.

Soft inn são Paulo business hotel, perto de onde tudo acontece

Agenda e eventos? São Paulo tem.

São paulo é turismo de lazer

Projeto

  1. FICHA TÉCNICA


    Construção: lsk engenharia ltda

    Incorporação: STX Desenvolvimento Imobiliário

    Arquitetura e interiores: STA Arquitetura

    Administração: BHG Brazil Hospitality Group

    Área do Terreno: 770,58 m²

    pavimentos: térreo, 2 operacionais, restaurante,
    11 pavimentos tipo

    unidades: 198 (18 unidades por pavimento)

    Áreas comuns: recepção, lobby,
    salão de café da manhã,
    sala de reunião

  2. Para um lugar
    em que todos
    passam, uma
    arquitetura
    que todos veem.

  3. Lobby

    Espaços projetados para quem
    quer praticidade sem abrir mão de conforto.

  4. Salão de café da manhã

    Além de oferecer serviços sob medida, o Hotel transforma
    a estadia de cada cliente em uma experiência única.

  5. Quarto

    Pensado nos detalhes para gerar
    conforto e bem estar.

Antes de tomar a decisão de adquirir unidades imobiliárias em empreendimentos hoteleiros, os potenciais compradores devem considerar cuidadosamente todas as informações constantes do material de oferta, em especial os fatores de risco descritos a seguir.

Os negócios, a situação financeira e os resultados das operações do empreendimento hoteleiro “Soft Inn São Paulo Business Hotel”, bem como o valor patrimonial da unidade imobiliária adquirida, podem ser adversa e materialmente afetados por quaisquer dos riscos apontados e, por conseguinte, impactar no empreendimento e consequentemente no investimento imobiliário.

A decisão de investimento demanda complexa avaliação de sua estrutura, bem como dos riscos inerentes. Recomenda-se que os potenciais compradores avaliem juntamente com sua consultoria financeira os riscos associados a esse tipo de investimento.

1) Os compradores das unidades imobiliárias podem não obter lucro ou até mesmo terem prejuízos em decorrência do insucesso do empreendimento hoteleiro. As unidades imobiliárias são vendidas de forma atrelada a contratos de aluguel (sistema de “pool”), observado que os compradores se tornarão sócios de sociedade em conta de participação cujo rendimento advém exclusivamente de exploração de empreendimento hoteleiro, para implementação de empreendimento hoteleiro. Na hipótese do empreendimento hoteleiro não ser bem sucedido os compradores das unidades imobiliárias podem não obter lucro ou até mesmo terem prejuízos.

2) As unidades imobiliárias estão sujeitas a desvalorização, tendo em vista, inclusive, sua destinação específica. A venda de unidades imobiliárias hoteleiras atreladas a contratos de aluguel (sistema de “pool”) para operação hoteleira está sujeita às volatilidades do mercado imobiliário, de forma que não se pode afirmar que a unidade imobiliária ora adquirida irá valorizar ou manter, a longo prazo, seu valor atual, inclusive por se tratar de unidade imobiliária com destinação voltada a empreendimento hoteleiro. Ademais, a valorização de imóveis verificada nos últimos anos poderá não se manter em períodos futuros, podendo haver desvalorização dos imóveis. O valor de mercado de imóveis poderá não acompanhar o crescimento observado nos últimos anos, o que pode impactar adversamente o valor de cada unidade imobiliária ofertada, e, consequentemente, do imóvel como um todo. A escassez de financiamentos ou aumento de taxas de juros podem diminuir a demanda por imóveis residenciais, comerciais ou hoteleiros, podendo afetar negativamente o valor do imóvel hoteleiro. Caso a economia entre em estado recessivo, pode-se observar um decréscimo ou estagnação no valor do imóvel hoteleiro, o que poderá impactar adversamente no valor das unidades imobiliárias.

3) Em caso de resultados negativos decorrentes da operação, e não havendo saldo de caixa, os compradores das unidades imobiliárias, na qualidade de sócios da Sociedade por Conta de Participação, deverão ratear os prejuízos apurados e aportar o valor necessário na proporção de sua participação na Sociedade por Conta de Participação, o que poderá impactar negativamente na remuneração dos compradores das unidades imobiliárias na qualidade de sócios da Sociedade por Conta de Participação até a regularização desta situação. Caso a operação hoteleira tenha resultados negativos, e não havendo saldo de caixa, os compradores das unidades imobiliárias, na qualidade de sócios da Sociedade por Conta de Participação, deverão aportar os recursos necessários na proporção de sua participação. Assim, caso sejam auferidos resultados negativos na forma descrita acima, a remuneração variável será impactada negativamente.

4) Na qualidade de Sócios Participantes da Sociedade em Contas de Participação, os investidores poderão ser responsabilizados por contingências da Sociedade, na proporção de sua participação, inclusive em virtude de responsabilidade civil e contingências fiscais, trabalhistas e previdenciárias, dentre outras. A Sociedade em Conta de Participação será a responsável pela administração e condução dos negócios do Empreendimento. Nos termos do artigo 993 do Código Civil Brasileiro, numa Sociedade em Conta de Participação, o contrato social produz efeitos somente entre os sócios e a eventual inscrição de seu instrumento em qualquer registro não confere personalidade jurídica à sociedade. Desta forma, os Sócios Participantes, na proporção de sua participação, poderão, ser responsabilizados por contingências da Sociedade em Conta de Participação, na proporção de sua participação, inclusive em virtude de responsabilidade civil e contingências fiscais, trabalhistas e previdenciárias, dentre outras.

5) O recente crescimento nos setores turístico e hoteleiro do Brasil e da cidade de São Paulo poderá não ser mantido, o que pode impactar no resultado do empreendimento. O setor hoteleiro no Brasil vem passando por franca expansão nos últimos anos, crescendo acima do Produto Interno Bruto há mais de 10 anos. Não há como garantir que o crescimento do número de turistas irá aumentar. A eventual queda nos números de visitação por turistas poderá diminuir a taxa de ocupação e/ou do valor cobrado para o uso do empreendimento, impactando negativamente o resultado.

6) A crescente consolidação do setor hoteleiro no Brasil poderá exercer pressões nas margens e resultado operacional do empreendimento hoteleiro que será desenvolvido sobre as unidades imobiliárias. Os principais riscos inerentes a empreendimentos hoteleiros são: (i) mudanças relevantes na situação macroeconômica brasileira ou mundial, inclusive no que concerne à ocorrência, duração e intensidade de recessões; (ii) aumento relevante dos custos operacionais, inclusive aqueles causados por conta de eventos da natureza; (iii) indisponibilidade de crédito ou disponibilidade de crédito em condições menos favoráveis do que as atuais; e (iv) crescimento no número de concorrentes, aumentando a oferta e diminuindo margens de lucro. A profissionalização e a consolidação do setor podem resultar em competidores cada vez mais estruturados e com um poder de barganha crescente junto a clientes e fornecedores, o que pode levar o empreendimento imobiliário a ter que diminuir preços de diárias, aumentar os seus gastos com divulgações das marcas que opera e aumentar programas de promoção. Se a empresa administradora do hotel não for capaz de responder eficazmente a essa competição crescente, a ocupação do empreendimento hoteleiro e o preço cobrado pelas diárias podem diminuir, afetando adversamente seus resultados financeiro e operacional.

7) Recessões econômicas podem reduzir, interromper ou levar à substituição dos serviços por outros concorrentes de menor preço. Esses fatores poderão reduzir a ocupação do empreendimento hoteleiro, afetando adversamente seu resultado. A utilização dos serviços por consumidores está diretamente relacionada às condições econômicas locais, nacionais e internacionais, como também à renda do público-alvo do empreendimento, ao crescimento do Produto Interno Bruto e ao aumento do poder aquisitivo resultante de mudanças na política monetária relativas às taxas de juros e ao controle inflacionário. Em períodos de instabilidade ou recessão econômica os consumidores poderão reduzir significativamente a demanda pelos serviços oferecidos ou optar por outros de menor preço. Mudanças nas políticas monetárias governamentais que impliquem aumento da taxa de juros, variação cambial e redução do poder de compra dos clientes podem impactar adversamente o empreendimento. Também poderão afetar negativamente o empreendimento mudanças nos aspectos sociais e políticos locais, nacionais e internacionais.

8) Poderá ser caracterizado conflito de interesses em razão de parcela substancial da remuneração da administradora do empreendimento hoteleiro estar vinculada à receita bruta do empreendimento. A remuneração da administradora do empreendimento hoteleiro está vinculada à receita bruta da operação, de forma que a administradora do empreendimento hoteleiro poderá auferir sua remuneração independentemente da obtenção de lucro pela Sociedade em Conta de Participação. Por outro lado, a remuneração do investidor, na qualidade de Sócio Participante, é vinculada à apuração de lucro pela Sociedade em Conta de Participação, podendo haver conflito entre os interesses da administradora do empreendimento hoteleiro no que diz respeito à gestão dos custos da operação.

9) Possibilidade de substituição ou supressão de materiais e peças descritos no memorial descritivo, em folders e/ou materiais publicitários para adequação à operacionalidade e funcionalidade das atividades hoteleiras e de realização de modificações nas Unidades Imobiliárias para atender as necessidades da Administração Pública e/ou da Administradora Hoteleira. Quando da implantação do projeto de montagem, equipagem e decoração das Unidades Imobiliárias das respectivas áreas comuns de uso exclusivo do "Soft Inn São Paulo Business Hotel", bem como a realização dos testes de funcionalidade e operacionalidade de tais Unidade Imobiliárias, os quais serão realizados em data próxima ao término das obras civis do empreendimento imobiliário, poderá, eventualmente, haver a substituição ou supressão de quaisquer materiais ou peças que se apresentem no memorial descritivo, em folders, materiais publicitários, e consequente aplicação dos recursos em materiais ou peças equivalentes e/ou de durabilidade similar ou, ainda, em outras não equivalentes, mas que se mostrem mais adequadas à operacionalidade e funcionalidade das atividades hoteleiras que serão desenvolvidas no "Soft Inn São Paulo Business Hotel". Além disso poderão, ainda, ser realizadas modificações em qualquer Unidade Imobiliária ou áreas comuns para atender a necessidades técnicas ou de segurança do projeto, ou a exigências da Administração Pública, ou, ainda, da Administradora Hoteleira.

10) Caso as unidades autônomas sejam detidas por número reduzido de proprietários, incluindo os ofertantes, os proprietários detentores da maioria das unidades poderão fazer sua vontade prevalecer nas deliberações da assembleia de condôminos. Como a propriedade de uma unidade autônoma confere ao seu titular um voto nas deliberações das assembleias de condômino edilício e as decisões em tais assembleias são tomadas por maiores de votos, simples ou qualificada, dependendo do quanto previsto no estatuto do condomínio, os investidores que detiverem a propriedade do maior número de unidades autônomas, incluindo, caso seja o caso, os ofertantes, poderão fazer seus interesses prevalecerem em relação aos interesses dos demais proprietários.

11) Caso não seja adotado patrimônio de afetação ou criada sociedade de propósito específico para incorporação do empreendimento, os ativos envolvidos no empreendimento poderão ser afetados por dívidas da incorporadora até a transferência de propriedade das unidades autônomas para seus compradores. Os ativos envolvidos no empreendimento podem responder pelas dívidas contraídas pelo incorporador. A constituição de patrimônio de afetação ou de sociedade de propósito específico são meios adotados para proteger os adquirentes das unidades autônomas, pois diminuem o risco de que os ativos envolvidos no empreendimento sejam afetados por dívidas do incorporador. Caso essas estruturas não sejam usadas no projeto em questão, a consecução do empreendimento pode ser prejudicada e, consequentemente, a aquisição da propriedade das unidades autônomas por seus adquirentes, se o incorporador imobiliário não honrar os compromissos financeiros assumidos durante a realização do projeto.

12) A sociedade incorporadora ou a construtora poderão constituir hipoteca ou alienação fiduciária sobre o imóvel objeto do empreendimento como forma de garantia ao contrato de financiamento a ser firmado com instituição financeira para fins de obtenção de recursos para a construção do empreendimento. Em caso de ocorrência de inadimplemento contratual por parte da sociedade incorporadora ou da construtora, conforme o caso, é possível que a instituição financeira contratada venha a proceder à execução da garantia, o que pode afetar a titularidade das unidades autônomas por parte dos seus adquirentes.

13) Os imóveis objeto do empreendimento encontram-se locados em favor de terceiro. Os imóveis nos quais será desenvolvido o empreendimento encontram-se locados em favor de terceiros. Em que pese a formalização de avença entre a STX e a locatária para que esta desocupe tais imóveis a fim de permitir a consecução do empreendimento, não se pode excluir o risco de que referida locatária se recuse a desocupá-los na data avençada com a STX, o que poderá atrasar ou inviabilizar a construção e entrega do empreendimento, sendo que, neste último caso, os compromissários compradores teriam que requerer a devolução dos pagamentos feitos à STX para aquisição das unidades autônomas.

“A partir do início da operação hoteleira e durante toda a existência do empreendimento “Soft Inn São Paulo Business Hotel”, as ofertantes, ou aqueles que assumirem a sua posição contratual perante os investidores, se comprometem a elaborar e colocar à disposição dos investidores, neste ou em outro endereço na rede mundial de computadores oportunamente informados pelas ofertantes, no prazo de 60 (sessenta dias) contados do encerramento do exercício, as demonstrações financeiras anuais elaboradas de acordo com a Lei n° 6.404/76, auditadas por auditor independente registrado na CVM e, da mesma forma, em até 45 (quarenta e cinco dias) contados da data de encerramento de cada trimestre, as demonstrações financeiras trimestrais referentes aos 03 (três) primeiros trimestres de cada exercício, acompanhadas de relatório de revisão especial, emitido por auditor independente registrado na CVM.”






Para maiores informações preencha o formulário abaixo

informações: (11) 3032.1383

A presente oferta foi dispensada de registro pela CVM. A CVM não garante a veracidade das informações prestadas pelos ofertantes nem julga a sua qualidade ou a dos valores mobiliários ofertados. Antes de aceitar a oferta, leia o estudo de viabilidade e o prospecto resumido, em especial a seção fatores de risco, disponíveis no site www.softinnsp.com.br.